Maio Amarelo

Sociedade de Ortopedia apoia ‘Maio Amarelo’ e lembra que a cada 30 segundos o mundo registra uma morte no trânsito.

Maio chegou, dando início ao Movimento Maio Amarelo, uma campanha criada para chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos em acidentes de trânsito em todo o mundo. Em 2018, o principal objetivo da campanha é coordenar uma ação entre o Poder Público e a sociedade civil, exaltando a importância da segurança viária. A SBOT é parte deste movimento, promovendo a conscientização e a prudência no trânsito para condutores e pedestres.

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, apoia a campanha de segurança no trânsito, que está em sua quinta edição. Como responsáveis pelo atendimento de dezenas de milhares de vítimas de acidentes de trânsito, os ortopedistas brasileiros lembram que o trânsito mata no mundo, uma pessoa a cada 30 segundos, um total anual de 1,2 milhões de vítimas, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Estatisticamente para cada pessoa que morre em virtude de acidente de trânsito, 11 ficam com sequelas, 38 são internadas e 380 precisam de atendimento ambulatorial. O custo financeiro para o Brasil é altíssimo e o custo social causado pela perda de vidas e pela incapacitação para o trabalho de pacientes que eram arrimo de família é imenso. Mas de fato, são mortes e ferimentos evitáveis.

Mais de 38 mil pessoas morrem por ano no trânsito no Brasil. São números alarmantes. Todos os dias, 105 pessoas se tornam vítimas fatais. Dentre estas, 4 crianças, posicionando este tipo de evento a 9ª maior causa de mortes no mundo na população pediátrica. A OMS estima que, no planeta, 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 e 2,4 milhões, em 2030. Idosos são as principais vítimas de atropelamentos no Brasil. Com o mote “Nós somos o trânsito”, o Movimento Maio Amarelo fomenta na sociedade discussões voltadas à necessidade da redução do número de mortes e feridos.

Justamente para reduzir o número de acidentes e suas consequências, a SBOT tem lutado ao longo dos anos pelo uso do capacete pelos motociclistas, da cadeirinha segura para as crianças nos veículos, pela conscientização de que não se pode beber e dirigir e, ultimamente, pelo perigo que representa o uso do celular e a distração que causa ao motorista que está dirigindo.

 

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